A Amélia é a sua engenharia de marketing:
automatiza sua arquitetura de receita e devolve previsibilidade.
Aquisição, ciclo de vida do cliente e recompra operando como um sistema só — sem fila de aprovação, sem plano de três meses que nasce vencido, sem depender de alguém que não está no seu time. Previsibilidade em cima de método e tecnologia, não de sorte.
Um é o da correria. Vender todo dia, apagar incêndio todo dia, crescer no músculo e olhar pra trás sem saber direito o que funcionou.
O outro é o da vaidade. Campanha premiada, marca bonita, discurso afiado — e uma operação que não sustenta a promessa.
Nem se anular na correria, nem se perder na vaidade. Construir marca e construir receita ao mesmo tempo, com método, sem escolher entre as duas.
E esse caminho não é pra todo mundo. É pra quem está crescendo de verdade e sabe que a próxima fase exige outra coisa. Pra quem já provou que o produto vende e agora precisa de estrutura pra multiplicar. Pra líder que enxerga antes dos outros — e que é sempre uma minoria em qualquer mercado.
O brasileiro mudou o jeito de comprar. Ele não procura mais: ele encontra. A compra acontece no meio do que ele já estava assistindo — no vídeo que ele não pediu, na live que entrou por curiosidade, na indicação de alguém que ele acompanha há anos.
A confiança saiu da marca e foi para a pessoa que está segurando o produto na mão.
Isso é social commerce. Não é um canal novo pra colocar na lista: é o comportamento de compra de um país inteiro se reorganizando em tempo real — no marketplace, na loja, na live, no creator, no afiliado que vende sem você saber.
E se isso fosse um mar de rosas, todo mundo já estaria lá. Não é. É um oceano azul — e oceano azul nunca foi o lugar fácil. É o lugar sem multidão, onde quem chega primeiro define as regras.
Levanta hipótese, valida pequeno, coloca no ar, mede, corta o que não presta e escala o que funciona. Ninguém pergunta se ficou bonito — pergunta o que mudou no número.
Marca de consumo operada como produto. É isso que a gente faz.
E a gente está trazendo essa engenharia pro e-commerce brasileiro pra elevar a barra. Engenharia de marketing e arquitetura de receita, no lugar da fila de aprovação e do plano de três meses que nasce vencido.
Isso tem nome, e o nome ainda é novo aqui: GTM Engineer.
Não é dev que aprendeu marketing. Não é marketeiro que aprendeu a pedir melhor. É quem entende do cliente e sabe construir — a mesma pessoa que levanta a hipótese abre o canal, monta o fluxo, sobe, mede e corrige.
No B2B essa função já existe. No consumo, que tem dez vezes mais dado e um cliente que volta, ela ainda não existe. A gente chama de GTM Engineer de Consumo, e é essa a nossa vanguarda.
E o que essa engenharia devolve não é economia: é paz. Segurança de saber quanto custa cada canal, quanto sobra em cada produto e quantas vezes o cliente volta. Previsibilidade em cima de método e tecnologia, não de sorte.
Por trás do que a gente constrói existe um time forte e founders técnicos que colocam a mão no código e na operação. Os agentes são a tese que estamos construindo e validando na prática: o novo marketing de consumo, operado como produto. Eles cuidam do que se repete. As pessoas cuidam do que exige julgamento — estratégia, relacionamento e decisão.
Gera variações de criativo a partir da matriz de persona, dor e gancho. O que era um mês de produção de agência sai em dias — e cada variação nasce de dado de conversão, não de brainstorm.
Calcula o ciclo de cada produto, identifica quem está na janela e dispara a mensagem hiperpersonalizada no canal onde a venda aconteceu. Roda toda semana, sem alguém apertando botão.
Consolida venda, frete, comissão e desconto para mostrar a margem real por SKU e por canal. Aponta onde escalar e onde parar de insistir — antes da verba ser gasta.
Prospecta, qualifica e acompanha a rede de creators por taxa de conversão e — o que quase ninguém mede — por recompra gerada. Briefing e link rastreado saem automáticos.
Atende dentro dos canais onde a venda acontece — e vende ali também. Resolve dúvida de pedido, entrega e troca, reconhece intenção de compra e direciona cada conversa para o canal de atendimento ideal.
Conecta marketplace, ERP, logística e CRM. Estoque baixo pausa anúncio. Lote novo ativa régua. Operamos e integramos assim — mas sempre para um número selecionado de marcas por vez.
Levar o caminho do meio para marcas de consumo: construir a arquitetura de receita que faz o cliente voltar sem que o founder precise lembrar — e devolver a segurança de saber quanto custa cada canal, quanto sobra em cada produto e quantas vezes o cliente volta.
A venda não termina no checkout. É ali que ela continua.
Fazer com que as marcas de consumo mais cools do mercado usem nossa arquitetura de receita e engenharia de marketing para crescer — com inovação, criatividade e coragem.
Esses líderes são founders, profissionais de marketing e donos de e-commerce que enxergam antes dos outros. É para eles que a gente constrói.
A maioria das empresas separa aquisição de retenção. Departamentos diferentes, ferramentas diferentes, métricas diferentes. Na Amélia é um loop.
Para quem quer o time do lado. Go-to-market, social commerce e ciclo de vida do cliente com execução real — do lançamento de canal ao cliente recorrente.
Para quem quer fazer sozinho. Conecta no marketplace, descobre quem comprou, calcula o ciclo de cada produto e dispara a recompra na hora certa.
A gente cresce enxuto e por seleção. Cada porta tem vaga limitada — não por escassez de marketing, mas porque operar bem exige foco.
Estamos abrindo o segundo MVP da plataforma, com foco em sellers e DNVBs de consumo de giro rápido. Quem entra agora ajuda a construir o produto e usa antes de todo mundo.
Abrimos mais 3 marcas na frente de serviços até a Black Friday. Depois disso, a agenda fecha para garantir a entrega de quem já está dentro.
Comunidade de founders e operadores de consumo trocando o que funciona de verdade — material, dado e bastidor. Sem pitch, sem venda. Independente de você ser cliente ou não.
A Amélia é um spin-off da Auria. Não nasceu de tese em slide — nasceu de operar marcas de consumo de verdade e ver o mesmo padrão se repetir: o dinheiro estava na base, e ninguém estava indo buscar.
Somos um time de fundadores — alguns vindos da Auria — construindo a Amélia na raça, em bootstrapping. Sem investimento externo até aqui: cada linha de código e cada cliente conquistado saiu do trabalho dos founders.
Quem desenha é quem constrói e quem coloca no ar. Currículo de operação, não de slide.
Formado em Publicidade e Propaganda e pela Cambridge Judge Business School — Advanced Diploma in Innovation, Technology and Advancing Knowledge / Leadership, com vivência internacional que trouxe repertório de mercados mais maduros em social commerce.
Na Box Delivery, fundou o time de growth e ficou até a venda para o Rappi. Passou pela Clicksign no pós-aporte, pela Refuturiza (Cartão de Todos) e pela Chevrolet (Dutra e Vigorito) no marketing regional de SP.
Atuou com Food Stories, Turbo World, Stories Lab, infoprodutos e creators. Fundou a Auria e, dela, a Amélia.
Formada pela ESPM e pelo IBAT Dublin — a formação internacional deu a ela a cabeça de produto que aplica na engenharia de marketing hoje.
Sênior com mais de 10 anos em growth e performance: liderou o time de performance na iClinic e iniciou a área de CRO na Qulture.Rocks.
Constrói as soluções e automações que sustentam a operação — n8n, integrações e agentes de IA aplicados de ponta a ponta. Toca as frentes que não são marketing puro, de dado a logística, mas que sempre terminam no mesmo lugar: margem.
A tese do novo marketing de consumo só existe se funcionar na operação de quem vende de verdade. Cada camada que a gente constrói nasce de um problema real de cliente — e volta pra ele em forma de resultado.
Agência tradicional escala contratando. Cada cliente novo exige mais gente, mais camada, mais reunião — e a margem cai conforme cresce. A Amélia escala diferente: cada processo que se repete vira sistema, cada sistema libera o time para o que exige julgamento.
O sucesso do cliente é o que valida a tese. Se a marca que confia na gente não cresce com margem, a tese está errada — e a gente corrige.
Uma conversa de 15 minutos para entender onde está o gargalo — e se a Amélia é o caminho certo para o seu momento.
Se você quer o time do lado, comece pelos serviços. Se quer fazer sozinho, entre no MVP da plataforma. Se só quer trocar ideia com quem opera, entra na comunidade.